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O que é Pirataria de Software? 5 Tipos e os Riscos para a Empresa

O que é Pirataria de Software? 5 Tipos e os Riscos para a Empresa
Vinícius Terçariol
Vinícius Terçariol 5 min de leitura
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A pirataria de software é o uso, a cópia, a distribuição ou a venda de programas protegidos por direitos autorais sem a devida licença. Não é um problema pequeno: 37% de todo o software instalado em computadores no mundo é não licenciado, um mercado avaliado em US$ 46,3 bilhões (BSA, Global Software Survey). E o mais perigoso: usar software pirata abre a porta para malware, prejuízos e processos. Entenda o que é, os 5 tipos e como se proteger.

Principais pontos

  • 37% do software instalado no mundo é não licenciado, um mercado de US$ 46,3 bilhões (BSA).
  • Qualquer pessoa pode cometer pirataria sem saber: ela vai do softlifting ao download em sites de compartilhamento.
  • O maior risco não é a multa, e sim o malware: software pirata é um dos principais vetores de vírus e ransomware.
  • A única forma segura é usar software original, de revendedores autorizados.
Pirataria de software: riscos de segurança para empresas e usuários

O que é pirataria de software?

Pirataria de software é o ato de copiar, distribuir, modificar ou vender um software legalmente protegido sem autorização. As leis de direitos autorais existem para garantir que quem desenvolve o programa (programadores, designers, empresas) receba crédito e remuneração pelo trabalho. Quando há pirataria, essa compensação é roubada.

O uso de cada programa é regido por um Contrato de Licença do Usuário Final (EULA), o acordo entre o fabricante e quem usa o software. É ele que define o que pode e o que não pode, e a regra mais comum proíbe compartilhar o programa com outras pessoas. Furar essa regra, mesmo sem intenção, já é pirataria.

O valor do software pirateado no mundo (US$ bilhões)Gráfico de barras. Resto do mundo: US$ 27,3 bilhões. América do Norte e Europa Ocidental: US$ 19 bilhões. Fonte: BSA Global Software Survey.O valor do software pirateado no mundoValor comercial, em US$ bilhõesResto do mundo27,3América do Norte e Europa Ocidental19,0Fonte: BSA, Global Software Survey

Os 5 tipos de pirataria de software

A pirataria não exige um hacker. Ela acontece de várias formas, e em muitas delas a pessoa nem percebe que está infringindo a lei:

  1. Softlifting: comprar uma licença e instalar em vários computadores, mesmo quando o contrato permite só uma instalação. É o tipo mais comum, frequente em escolas e empresas.
  2. Uso excessivo de cliente-servidor: várias pessoas em uma rede usam, ao mesmo tempo, uma cópia que não tem licença para uso simultâneo.
  3. Carregamento de disco rígido: uma loja instala software (legal) em vários computadores que vende, sem licença para cada máquina. O comprador nem sempre sabe.
  4. Falsificação: programas duplicados ilegalmente e vendidos como se fossem originais, quase sempre com preço bem abaixo do legítimo.
  5. Pirataria online: software ilegal vendido, compartilhado ou baixado pela internet, em geral por redes de compartilhamento (P2P), sites e blogs.

Os perigos e riscos da pirataria de software

O preço baixo do software pirata esconde uma conta cara. Os principais riscos:

  • Malware, vírus e ransomware: software pirata é um dos maiores vetores de infecção. Não à toa, software pirata e ransomware são amigos.
  • Sem atualizações e correções: você perde acesso a updates, correções de segurança e suporte, ficando exposto a falhas conhecidas.
  • Instabilidade: maior chance de o programa travar, falhar ou deixar o computador lento.
  • Risco jurídico: a violação de direitos autorais é crime, com multas que, lá fora, chegam a US$ 150 mil por violação.

Por isso, proteger a empresa começa por usar software original e reforçar a segurança. Vale seguir boas práticas de segurança digital para a sua empresa e cuidar do tratamento dos dados sensíveis da LGPD.

Pirataria de software é crime?

Sim. A pirataria de software é ilegal e configura violação de direitos autorais, com penalidades que podem incluir multas altas. Além da questão legal, há o risco à segurança e à reputação da empresa. Usar programas sem licença para “economizar” costuma sair muito mais caro no fim.

Como evitar a pirataria de software

A regra de ouro é simples: compre software apenas de revendedores autorizados e leia os termos da licença antes de instalar. Em vez de versões “quebradas”, prefira modelos por assinatura, que mantêm tudo original, atualizado e seguro, como os benefícios do Office 365 (Microsoft 365) mostram bem.

A DT Network ajuda a sua empresa a usar as ferramentas certas, de forma legal e segura. Fale com a DT Network e mantenha o seu negócio em dia com a lei e protegido contra ameaças.

Perguntas frequentes sobre pirataria de software

O que é considerado pirataria de software?

É copiar, distribuir, modificar, vender ou usar um software protegido por direitos autorais sem a devida licença. Isso inclui instalar um programa em mais máquinas do que a licença permite, baixar versões “quebradas” e comprar cópias falsificadas.

Quais são os riscos de usar software pirata?

Os principais são infecção por malware, vírus e ransomware, falta de atualizações e suporte, instabilidade do sistema e repercussões legais por violação de direitos autorais. O barato costuma sair caro.

Pirataria de software é crime?

Sim. É uma violação de direitos autorais e constitui crime, sujeito a penalidades que podem incluir multas elevadas. Empresas que usam software sem licença também correm risco de processos e danos à reputação.

Como saber se um software é original?

Compre sempre de revendedores e canais autorizados, desconfie de preços muito abaixo do mercado, verifique a licença e o contrato (EULA) e prefira assinaturas oficiais, que entregam o software original, sempre atualizado e com suporte.

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