
Você já parou para somar quanto realmente custa a internet do seu hotel todo mês? Não só o plano de banda larga, mas os equipamentos, manutenção, suporte, eventuais trocas de roteador, chamados técnicos em feriado prolongado. Agora vem a pergunta incômoda. O que você recebe em troca disso, além de hóspede conectado assistindo série no streaming?
Na maioria dos hotéis, o cenário é sempre o mesmo. O hóspede chega, pede a senha, entra no Wi-Fi, navega à vontade e vai embora. Ele usa um serviço pelo qual o seu hotel paga todos os meses, mas você não fica com nenhum dado, nenhum canal direto de comunicação e nenhuma forma estruturada de incentivar uma próxima reserva. O Wi-Fi vira apenas mais uma linha de despesa no fluxo de caixa.
É aqui que a conta não fecha. Enquanto você trata a rede do hotel como um custo obrigatório, as OTAs avançam cada vez mais sobre a sua margem, intermediando a relação com o mesmo hóspede que você já recebeu, já encantou e já atendeu. Em muitos casos, você paga comissão na primeira reserva e, depois, paga de novo para receber esse mesmo cliente de volta. É como se o seu próprio hóspede fosse alugado para você.
Se a sua pergunta hoje é como wifi para hotel aumenta reservas diretas, a resposta começa exatamente nesse ponto: quando o Wi-Fi deixa de ser uma porta giratória anônima e passa a ser um ponto de contato estratégico, que identifica o hóspede, registra o contato dele e abre um canal direto para futuras ofertas, sem intermediários.
Imagine outro cenário. O hóspede chega, se conecta ao Wi-Fi de forma simples e rápida, utilizando e-mail ou WhatsApp, aceita os termos de uso e segue a vida normalmente. Para ele, nada muda em termos de experiência. A conexão continua rápida e estável, como precisa ser. Mas, para o hotel, tudo muda. A partir desse momento, você deixa de depender apenas da OTA para falar com aquela pessoa no futuro e passa a ter um canal direto, organizado e em conformidade com a LGPD.
Esse é o papel de um sistema de Wi-Fi inteligente para hotel. Em vez de ser só um serviço de cortesia, ele passa a funcionar como um centro de relacionamento e vendas. Com os dados dos hóspedes capturados de forma transparente, você pode criar campanhas de pos estadia, ofertas de fidelização, convites para volta em baixa temporada e condições especiais para reservas diretas. E cada reserva direta que entra é uma comissão a menos que sai do seu caixa.
Perceba que não estamos falando de uma teoria distante ou de um marketing mirabolante. Estamos falando do uso estratégico de algo que você já oferece hoje. A pergunta certa deixa de ser quanto custa o Wi-Fi do meu hotel e passa a ser quanto o meu Wi-Fi gera de retorno em reservas diretas todos os meses.
Em destinos turísticos concorridos no Brasil, como Gramado, Foz do Iguaçu, Maceió ou Salvador, os hotéis que entenderem primeiro como wifi para hotel aumenta reservas diretas vão construir uma base própria de hóspedes fiéis, menos sensível a preço e menos dependente de anúncios e plataformas externas. Enquanto isso, quem continuar usando o Wi-Fi apenas como cortesia vai seguir pagando caro para recomprar o mesmo cliente, várias e várias vezes.
Ao longo deste artigo, você vai ver, na prática, como wifi para hotel aumenta reservas diretas quando é apoiado por um sistema de Wi-Fi marketing bem pensado. Mais do que uma ideia bonita, você vai entender quais ajustes tecnológicos e de processo precisam acontecer no seu hotel para que o Wi-Fi deixe de ser apenas cortesia e passe a trabalhar todos os dias para encher o seu calendário de reservas diretas.
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Do Wi-Fi de cortesia ao Wi-Fi estratégico
Quando olhamos com calma para a operação de um hotel, o Wi-Fi costuma entrar sempre na mesma caixinha mental de infraestrutura. Está ali ao lado da lavanderia, da manutenção predial, da TV a cabo. Ou seja, é visto como algo que precisa funcionar, mas que nunca é tratado como parte do motor de vendas.
Só que, na prática, todo hóspede passa pela sua rede. Mesmo quem não fala com a recepção, mesmo quem quase não interage com a equipe, inevitavelmente conecta o celular, o notebook ou o tablet no Wi-Fi do hotel. Esse é um ponto de contato que acontece com praticamente 100% dos hóspedes e, em muitos casos, também com acompanhantes que nem estão registrados na reserva.
A pergunta é simples, mas poderosa: o que o seu hotel faz com esse momento?
No modelo tradicional, a resposta é direta. Nada. O hóspede recebe uma senha genérica, digita uma vez e pronto. Para ele, foi só mais um Wi-Fi. Para o hotel, foi mais uma oportunidade desperdiçada de entender quem é essa pessoa e de criar um canal direto de relacionamento.
É exatamente aqui que começa a mudança de mentalidade. Quando você entende que esse momento de conexão pode ser usado para identificar o hóspede, obter o contato dele e registrar essa informação de forma organizada, o Wi-Fi deixa de ser cortesia e passa a ser uma ferramenta de marketing e vendas. Ou, em outras palavras, é assim que como wifi para hotel aumenta reservas diretas deixa de ser uma pergunta e vira um processo.
A porta giratória das reservas terceirizadas
Pensa na quantidade de hóspedes que já passaram pelo seu hotel nos últimos doze meses. Agora, seja bem honesto consigo mesmo. Quantos desses contatos você tem hoje organizados em uma base própria, pronta para receber uma oferta de reserva direta?
Em muitos hotéis, a resposta é um número assustadoramente baixo.
O que acontece, na prática, é uma dinâmica de porta giratória. O hóspede entra pela OTA, se hospeda, usa o Wi-Fi, consome o restaurante, gosta da experiência e vai embora. Quando ele pensa em voltar para a cidade, não lembra do seu hotel diretamente, lembra do Booking.com, do Expedia, da plataforma em que ele sempre pesquisa.
Ou seja, o seu hotel paga comissão para receber o hóspede na primeira vez e, depois, paga de novo para receber a mesma pessoa, porque não criou um canal direto com ela. Enquanto isso, o Wi-Fi podia ter sido usado para capturar ao menos email ou WhatsApp desse cliente satisfeito.
Quando você começa a usar o Wi-Fi como ponto de identificação, essa lógica muda. Você passa a ter o nome, o contato e, muitas vezes, alguns dados de perfil do hóspede. Isso permite que, na próxima viagem, ele não precise passar pela OTA para lembrar que o seu hotel existe. Quem faz esse papel agora é o próprio hotel, se comunicando de forma ativa e estratégica.
O segundo mais valioso do dia: a conexão ao Wi-Fi
Em termos práticos, a virada de chave acontece em um instante muito específico. O momento em que o hóspede pega o celular, escolhe a rede do hotel e tenta se conectar.
Em vez de apresentar apenas um campo em branco para digitar senha, um sistema de Wi-Fi marketing cria uma tela de autenticação amigável, com a marca do hotel, e oferece opções simples de login. Pode ser via e-mail, via WhatsApp, via formulário rápido com nome e sobrenome. Em poucos segundos, o hóspede se identifica, aceita os termos e acessa a internet.
Para ele, a experiência continua natural. Nada de burocracia, nada de formulários enormes, nada de travar a conexão. Para o hotel, porém, aquele segundo em que o hóspede se conecta passa a ser o ponto de captura de um dado extremamente valioso: o contato direto.
É como se você transformasse o Wi-Fi em um check-in digital paralelo. O hóspede faz o check-in tradicional na recepção para entrar no quarto e, no Wi-Fi, faz um check-in digital que garante ao hotel a chance de continuar a conversa depois da estadia.
Como um sistema de Wi-Fi marketing coleta dados sem atrito
Um dos maiores medos de gestores hoteleiros é que qualquer novidade atrapalhe a experiência do hóspede. A preocupação é legítima. Ninguém quer transformar a conexão no Wi-Fi em algo burocrático ou irritante. Por isso, um bom sistema de Wi-Fi para hotel precisa ser desenhado para ser invisível na experiência e poderoso nos bastidores.
Login simples: email, WhatsApp e poucos cliques
Na prática, um sistema de Wi-Fi marketing eficiente trabalha com jornadas extremamente simples:
- O hóspede escolhe a rede do hotel.
- Abre automaticamente uma tela com a marca do hotel.
- Seleciona uma forma de acesso, como Entrar com email ou Entrar com WhatsApp.
- Preenche um campo rápido ou valida o número e pronto, a internet é liberada.
Nada de senha colada na recepção, nada de código confuso para digitar, nada de papel que se perde. O que muda é que, em vez de ser uma porta totalmente aberta e anônima, o Wi-Fi se torna uma porta com recepção inteligente. Você continua oferecendo internet de qualidade, mas passa a saber quem realmente está usando a rede.
A partir daí, o sistema registra que aquele dispositivo pertence a um hóspede com determinado contato, em uma determinada data de estadia. Com o tempo, isso forma uma base rica de dados de quem realmente passou pelo hotel, muito mais precisa do que apenas a lista de reservas.
LGPD, transparência e confiança
Outro ponto que costuma travar avanços nessa área é a preocupação com a legislação. A LGPD veio para colocar ordem no uso de dados pessoais e isso é ótimo. A boa notícia é que um sistema de Wi-Fi marketing bem estruturado já nasce preparado para operar dentro da lei.
Na prática, isso significa deixar claro, na tela de conexão, como os dados serão usados. O hóspede precisa ter acesso aos termos de uso, precisa poder aceitar de forma consciente e, se desejar, recusar. Quando isso é feito de forma transparente, o hotel não só se protege juridicamente, como também transmite profissionalismo e respeito com o hóspede.
O resultado é uma base de contatos construída de forma correta, com consentimento e com rastreabilidade. E isso importa muito. Quando você enviar uma campanha de pos estadia, por exemplo, sabe que está falando com alguém que autorizou aquele contato. Isso reduz o risco de problemas e fortalece a imagem do hotel como empresa séria.
Transformando dados em reservas diretas
Ter dados é ótimo, mas o que realmente muda o jogo é o que você faz com eles. É aqui que muitos hotéis param no meio do caminho. Começam a capturar contatos, mas não transformam essa base em um processo contínuo de comunicação e vendas diretas.
Campanhas de pós-estadia que trazem o hóspede de volta
Pensa em um hóspede que teve uma experiência positiva, elogiou o atendimento, gostou do café da manhã, comentou bem da localização. Duas ou três semanas depois da estadia, ele recebe uma mensagem simples, personalizada, diretamente do hotel: “João, foi um prazer ter você com a gente. Se na próxima visita à cidade você fizer a reserva direto com o hotel, temos uma condição especial para você: 15% de desconto na diária ou late check-out cortesia, sujeito à disponibilidade.”
O custo de disparar essa mensagem para uma base de ex-hóspedes é baixíssimo. Em muitos casos, o próprio sistema de Wi-Fi marketing pode se integrar com ferramentas de e-mail marketing ou WhatsApp para automatizar esse envio. Em contrapartida, cada resposta positiva é uma reserva direta entrando sem comissão.
Perceba que não se trata apenas de desconto. Trata-se de relacionamento. O hóspede sente que não foi só mais um quarto ocupado. Ele percebe que o hotel lembrou dele, ofereceu algo exclusivo e facilitou o caminho para uma próxima estadia.
Usando o Wi-Fi para vender mais durante a estadia
Outra frente poderosa é o uso do Wi-Fi como canal de comunicação durante a própria estadia. Quando o hóspede se conecta, o sistema pode enviar uma mensagem de boas-vindas com informações importantes, como horário do café, regras básicas de uso da piscina e contatos da recepção.
Depois, em momentos estratégicos, o hotel pode comunicar ofertas que aumentam o ticket médio sem parecer insistente. Um exemplo prático:
- No fim da tarde de uma sexta feira, os hóspedes conectados recebem uma mensagem informando sobre um happy hour especial no bar do hotel.
- No sábado de manhã, uma comunicação sobre massagem com desconto para hóspedes que agendarem até determinado horário.
- Em um hotel de lazer, uma mensagem sobre passeio parceiro com saída diretamente da recepção.
Tudo isso acontece de forma digital, discreta, sem interromper o hóspede pessoalmente o tempo todo. Quem se interessar, interage. Quem não quiser, simplesmente ignora, sem qualquer desconforto. Ao final do mês, o hotel vê o efeito disso na receita extra gerada dentro da própria estadia.

Impacto financeiro: quanto vale uma reserva direta a mais
Para entender como wifi para hotel aumenta reservas diretas na prática, vale colocar alguns números na mesa.
Imagine um hotel em que a comissão média paga às OTAs seja de 18%. Em uma diária de R$500, isso significa R$90 de comissão. Em uma reserva de três diárias, são R$270 indo direto para a plataforma intermediadora.
Agora, pense em um hóspede que volta ao hotel três vezes por ano. Se as três reservas forem feitas sempre pela OTA, o valor pago em comissões por esse único cliente ao longo do ano pode facilmente passar de R$800.
Quando o Wi-Fi é usado para capturar o contato do hóspede e você consegue trazê-lo de volta por meio de uma campanha de pós estadia, essa dinâmica muda. Pelo menos uma parte dessas reservas passa a ser direta. Cada reserva direta é dinheiro que permanece no caixa do hotel.
Se o seu hotel conseguir converter apenas uma fração dos ex-hóspedes em reservas diretas, o efeito acumulado ao longo de doze meses é enorme. O investimento em um sistema de Wi-Fi com foco em marketing tende a se pagar rapidamente, não só pelo ganho em reservas diretas, mas também pelo aumento de consumo dentro do hotel e pela fidelização de clientes que passam a voltar com mais frequência.
Cenários práticos em hotéis de diferentes portes
Em uma pousada de 20 quartos em um destino de lazer, como litoral ou serra, o Wi-Fi pode ser o grande canal de construção de uma base de hóspedes fiéis que voltam em baixa temporada. Com campanhas específicas para meses historicamente mais fracos, o hotel pode oferecer condições especiais para quem já se hospedou, preenchendo dias que normalmente ficariam vazios.
Em um hotel executivo em cidade de negócios, o foco pode ser outro. O Wi-Fi ajuda a identificar hóspedes que viajam a trabalho com frequência. Com os dados em mãos, o hotel pode criar ofertas diretas para empresas, negociar pacotes corporativos ou enviar ofertas para o próprio viajante, incentivando que ele reserve diretamente na próxima viagem, mesmo que a primeira tenha vindo pela OTA.
Já em resorts e hotéis maiores, o Wi-Fi pode ser a base para segmentações mais sofisticadas. Famílias com crianças, casais em lua de mel, viajantes solo. Cada grupo responde melhor a ofertas diferentes. Com um sistema de Wi-Fi marketing bem configurado, você consegue identificar padrões e criar comunicações direcionadas, aumentando a taxa de resposta.
Em todos esses cenários, o ponto em comum é simples. O Wi-Fi deixa de ser apenas infraestrutura e passa a ser a porta de entrada para uma estratégia estruturada de relacionamento. E é essa estratégia que, somada ao tempo, explica como wifi para hotel aumenta reservas diretas de forma consistente.
A nova realidade: Wi-Fi como centro de lucro
Quando você passa a olhar o Wi-Fido hotel como um canal de relacionamento e vendas, e não apenas como infraestrutura, muita coisa muda de lugar na sua estratégia. A pergunta deixa de ser apenas quanto custa a internet e passa a ser quanto ela ajuda a trazer de volta quem já se hospedou com você e quanto ela aumenta o consumo dentro do próprio hotel.
Na prática, é isso que define como wifi para hotel aumenta reservas diretas. Não é um botão mágico, nem uma fórmula secreta. É a soma de pequenos ajustes bem pensados.
Você passa a capturar contatos no momento da conexão. Organiza esses dados em uma base confiável. Cria campanhas simples e recorrentes de pos estadia. Aproveita o Wi-Fi para comunicar ofertas durante a hospedagem. Mede o impacto disso em reservas diretas, consumo extra e redução de comissões.
Com o tempo, o que era um teste vira rotina. E o que era só custo vira um dos pilares do seu faturamento.
Do improviso ao processo contínuo
Um erro comum é tratar essas ações como campanhas isoladas, feitas apenas em datas especiais ou quando a ocupação está fraca. Isso até pode gerar algum resultado pontual, mas não muda a estrutura do negócio.
O salto real acontece quando você transforma o Wi-Fi em parte de um processo contínuo.
Todo hóspede que entra passa pela mesma jornada de conexão. Todo contato capturado vai para o mesmo lugar, de forma organizada. Toda semana ou mês, uma campanha de pos estadia é enviada. Toda vez que um hóspede volta direto, o time registra como reserva direta.
Quando isso vira rotina, você cria uma máquina previsível. Mesmo que as OTAs continuem sendo importantes para trazer novos hóspedes, você reduz a necessidade de depender delas para trazer de volta quem já te conhece.
Como wifi para hotel aumenta reservas diretas no dia a dia
Vamos juntar tudo em um fluxo simples, para visualizar.
Primeiro momento: O hóspede faz a reserva, muitas vezes pela OTA.
Segundo momento: Ele chega no hotel, se conecta ao Wi-Fi e deixa o contato.
Terceiro momento: A estadia acontece, ele consome, avalia, vive a experiência.
Quarto momento: Após a estadia, ele recebe uma mensagem personalizada com condição especial para voltar em reserva direta.
Quinto momento: Na próxima visita à cidade, ele já tem uma lembrança concreta do seu hotel e um benefício claro para reservar direto.
Perceba que o Wi-Fi é o fio condutor dessa história. É ele que garante o contato, viabiliza a comunicação e sustenta o relacionamento. Sem Wi-Fi estratégico, o hóspede entra e sai sem deixar rastro. Com Wi-Fi bem estruturado, cada estadia vira uma oportunidade real de retorno.
Ligando os pontos com um sistema profissional de Wi-Fi marketing
Até aqui, falamos muito de conceito, estratégia e prática do dia a dia. Mas surge uma pergunta natural. Como fazer tudo isso acontecer sem sobrecarregar a equipe, sem depender de planilhas manuais e sem virar refém de tecnologia complicada?
É aqui que entra o papel de um sistema profissional de Wi-Fi marketing para hotéis e pousadas. Em vez de tentar montar tudo peça por peça, você passa a contar com uma solução pensada para integrar conexão, captura de dados, organização de contatos e comunicação.
Por que um sistema dedicado faz diferença
Quando o hotel tenta resolver isso com soluções improvisadas, alguns problemas aparecem rápido.
As telas de login ficam confusas ou pouco confiáveis. Os dados capturados vão parar em lugares diferentes, sem padrão. A equipe perde tempo organizando planilhas ou exportando relatórios. Ninguém sabe ao certo o que funciona e o que não funciona.
Um sistema de Wi-Fi marketing dedicado resolve esses pontos de maneira estruturada.
A jornada de conexão é desenhada para ser simples para o hóspede. Os dados são gravados de forma organizada, com histórico por hóspede. Existe integração com ferramentas de email, WhatsApp e, em muitos casos, com o próprio sistema hoteleiro. Os relatórios mostram quantos contatos foram capturados, quantas campanhas foram enviadas e quanto isso gerou em reservas diretas.
Em vez de depender de esforço manual, o hotel passa a ter um motor tecnológico trabalhando em segundo plano, todos os dias.
Hotspot Social da DT Network na rotina do hotel
Quando falamos, na prática, de como wifi para hotel aumenta reservas diretas usando tecnologia, o Hotspot Social é a peça que conecta tudo isso de forma organizada. O Hotspot Social é o sistema de Wi-Fi marketing da DT Network pensado especificamente para a realidade de hotéis e pousadas.
Na operação do dia a dia, o Hotspot Social assume o papel de recepção inteligente do Wi-Fi. Cada hóspede que se conecta passa por uma tela personalizada com a marca do hotel, faz o login de forma simples e, nesse processo, o sistema captura o contato e associa à estadia. A diferença é que essa informação não fica solta nem em planilha. Ela vai direto para uma base estruturada e, quando o hotel utiliza sistemas hoteleiros integrados, esses dados podem ser enviados automaticamente para a ficha do hóspede.
O Hotspot Social se conecta com os principais sistemas de gestão hoteleira do mercado, como Oracle, HITS, ERBON, New Hotel, entre outros. Isso significa que o que começa no Wi-Fi não para na rede. O que começa na conexão vira dado útil dentro do ecossistema de gestão do hotel, pronto para ser usado em campanhas de pós estadia, ações de relacionamento, segmentações por perfil de hóspede e muito mais.
Na prática, o gestor deixa de se preocupar em como vai tirar informação do Wi-Fi e colocar no sistema. O Hotspot Social faz essa ponte, diminui trabalho manual, reduz erros de digitação e garante que o comercial e o marketing tenham sempre uma base atualizada para trabalhar. É assim que a tecnologia deixa de ser apenas custo de infraestrutura e passa a ser, de fato, o motor que faz como wifi para hotel aumenta reservas diretas virar um processo previsível.

E se eu não fizer nada?
Vale uma reflexão honesta. O que acontece se o seu hotel continuar exatamente como está hoje?
As OTAs vão seguir fortes, investindo em marketing, oferecendo conveniência e capturando a atenção dos viajantes. Os custos de comissão tendem a continuar altos. Os hóspedes vão seguir utilizando o seu Wi-Fi como um serviço qualquer, sem deixar nenhum canal de comunicação direto com você. Cada nova reserva de alguém que já se hospedou no seu hotel continuará passando por um intermediário.
Não existe problema em trabalhar com OTAs. Elas são importantes e, em muitos casos, fundamentais. A questão é quando elas se tornam praticamente a única fonte estruturada de demanda, enquanto o Wi-Fi, que está na sua mão, segue sendo tratado como um simples custo.
A decisão de transformar o Wi-Fi em centro de lucro é, na prática, uma decisão de assumir mais controle sobre o relacionamento com o hóspede.
Conclusão: o primeiro passo é decidir
No fim das contas, tudo começa por uma decisão de visão. Você pode continuar tratando o Wi-Fi como uma linha de custo inevitável ou pode encarar essa mesma estrutura como um ativo estratégico, capaz de gerar receita, fidelização e previsibilidade.
Pensa em quantas oportunidades já passaram pelo seu lobby, usaram o Wi-Fi, dormiram nos seus quartos, tomaram o seu café e foram embora sem deixar um canal direto para que você pudesse falar com elas depois. Pensa em quantas dessas pessoas poderiam voltar, quantas poderiam indicar o hotel para amigos, quantas poderiam escolher ficar com você de novo se recebessem uma mensagem simples, no momento certo.
Como wifi para hotel aumenta reservas diretas não é mais uma dúvida teórica. É uma escolha prática de implementar um sistema de Wi-Fi marketing, organizar a casa, estruturar campanhas e acompanhar resultados. Quem começa agora sai na frente e constrói um negócio menos vulnerável a comissões e variações de plataforma.
Se você quer dar esse próximo passo, o movimento mais inteligente é conversar com uma equipe especializada em sistemas de Wi-Fi para hotéis e pousadas, que já entenda a realidade do mercado brasileiro e saiba integrar tecnologia, operação e estratégia comercial. É essa combinação que faz o Wi-Fi deixar de ser apenas sinal e virar, de fato, uma máquina de reservas diretas.
FAQ – Perguntas frequentes sobre como WiFi para hotel aumenta reservas diretas
1. Todo tipo de hotel pode se beneficiar de um sistema de Wi-Fi marketing?
Sim, mas de maneiras diferentes. Pousadas menores ganham muito na fidelização e no preenchimento de baixa temporada. Hotéis executivos se beneficiam da recorrência de hóspedes corporativos. Resorts e hotéis de lazer de maior porte aproveitam melhor a segmentação de perfis e o aumento de consumo interno. O que muda é o foco da estratégia, não o potencial.
2. Vou precisar trocar toda a infraestrutura de Wi-Fi do meu hotel?
Depende da situação atual. Em alguns casos, o parque de equipamentos já é suficiente e o que muda é a camada de autenticação e gestão. Em outros, pode ser necessário atualizar roteadores ou controladoras para garantir estabilidade e segurança. A avaliação técnica é importante exatamente para isso: entender o que pode ser reaproveitado e o que precisa ser modernizado para suportar bem a estratégia.
3. Esse tipo de sistema substitui o trabalho de marketing digital?
Não. Ele complementa. O marketing digital continua importante para atrair novas pessoas que ainda não conhecem o seu hotel. O sistema de Wi-Fi marketing entra justamente para cuidar de quem já passou pela sua recepção e pela sua rede. Ele ajuda a transformar hóspedes em recorrentes e a aumentar o valor de cada cliente ao longo do tempo, mas não elimina a necessidade de presença digital.
4. Funciona também para hotéis em cidades pequenas ou destinos menos conhecidos?
Funciona, e muitas vezes o impacto é ainda mais visível. Em cidades menores, o boca a boca e a recomendação têm muito peso. Um sistema de Wi-Fi bem usado ajuda a manter contato com quem já se hospedou, convidando para voltar em datas especiais, feriados regionais ou eventos locais. Além disso, em mercados mais enxutos, cada reserva direta economizada em comissão faz uma diferença proporcional maior no caixa.
5. Como medir se o investimento em Wi-Fi marketing está valendo a pena?
Alguns indicadores ajudam muito. Quantos contatos foram capturados por mês. Quantas campanhas foram disparadas. Quantas reservas diretas vieram a partir desses contatos. Qual foi a economia em comissões ao longo de um período, comparando antes e depois da implementação. Quando esses números são acompanhados de perto, fica claro o quanto o sistema está contribuindo para o resultado.
6. E se a equipe do hotel não for muito familiarizada com tecnologia?
Um bom sistema de Wi-Fi marketing precisa ser simples o suficiente para ser operado por equipe de recepção e gestão sem grandes dificuldades. Telas claras, processos bem definidos, treinamentos rápidos e suporte próximo fazem parte da solução. O papel da tecnologia é facilitar a vida da operação, não complicar. Se a ferramenta é boa, a curva de aprendizado é curta.


